<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Oficina Cultural &#187; Livros</title>
	<atom:link href="http://www.oficinacultural.com.br/category/livros/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.oficinacultural.com.br</link>
	<description>literatura, quadrinhos, revistas e muito mais</description>
	<lastBuildDate>Sat, 28 May 2011 14:19:58 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Geração Y &#8211; Dica de leitura</title>
		<link>http://www.oficinacultural.com.br/geral/geracao-y-dica-de-leitura/</link>
		<comments>http://www.oficinacultural.com.br/geral/geracao-y-dica-de-leitura/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Feb 2011 14:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Cultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Não-Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Top Livros Home]]></category>
		<category><![CDATA[cultural]]></category>
		<category><![CDATA[geração]]></category>
		<category><![CDATA[geração y]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[y]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oficinacultural.com.br/?p=1336</guid>
		<description><![CDATA[A Geração Y está chegando agora à vida adulta e ao mercado de trabalho, portanto, começando a influenciar de maneira mais direta os destinos da sociedade. Conheça, por meio de exemplos muito bem descritos pelo autor, as mudanças que eles têm gerado não só nas empresas, mais também no nosso dia a dia.
Veja o Primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2011/02/capa58.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1337" title="capa58" src="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2011/02/capa58.jpg" alt="" width="187" height="280" /></a>A Geração Y está chegando agora à vida adulta e ao mercado de trabalho, portanto, começando a influenciar de maneira mais direta os destinos da sociedade. Conheça, por meio de exemplos muito bem descritos pelo autor, as mudanças que eles têm gerado não só nas empresas, mais também no nosso dia a dia.</p>
<p><a href="http://www.integrareeditora.com.br/imp_download/b0bkvugfq8_capitulo1_geracao_y.pdf" target="_blank">Veja o Primeiro Capítulo completo do livro.</a> (pdf)</p>
<p><em>Obra única no Brasil expõe as características mais marcantes da geração que já nasceu na era da tecnologia e começa a interferir de maneira mais direta nos destinos da sociedade</em></p>
<p>Chega ao Brasil, pela Integrare Editora, primeiro livro a abordar o conceito Geração Y, formada por jovens nascidos após a década de 80. Esta geração está chegando agora à vida adulta e ao mercado de trabalho e, portanto, começando a interferir de maneira mais direta nos destinos da sociedade. Diante desse novo cenário, o consultor em gestão empresarial e desenvolvimento humano, Sidnei Oliveira, lança uma obra essencial e pioneira na busca por informações que ajudem a entender e a lidar com os jovens que chegam agora ao mercado de trabalho.</p>
<p>Entender as novas gerações sempre foi um desafio para qualquer pessoa. O que torna este momento especial é o fato de, pela primeira vez, cinco gerações diferentes conviverem mutuamente, em números significativos, de forma consciente, interferindo e transformando a realidade. Em <strong>Geração Y – O nascimento de uma nova versão de líderes</strong>, Sidnei Oliveira expõe suas descobertas trabalhando na preparação e no desenvolvimento de profissionais em liderança e sustentabilidade. O livro é dividido em sete capítulos intitulados: <strong>Tudo tem um começo, As gerações, Comportamentos, Limites, Chamando a atenção, Aqui e Agora e Dar um significado</strong>. Através destes tópicos, o autor mostra que definir os jovens desta geração em um punhado de características negativas é simplista e incorreto, afinal eles apresentam outras qualidades que são inexistentes ou bem pouco desenvolvidas nas gerações anteriores.</p>
<p>Sidnei mostra que a primeira – e provavelmente mais famosa – característica dos jovens da Geração Y é a de serem multitarefas, ou seja, possuem a capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Não raro, destaca o autor, pode-se ver jovens trabalhando no computador escrevendo um trabalho para a escola, enquanto estão conversando com amigos pelo MSN ou ICQ, ouvindo música, fazendo pesquisas no Google e falando ao celular. Enquanto uma pessoa das gerações anteriores – Baby boomer e Geração X – poderiam se perder em meio a tantas ocorrências simultâneas, o jovem da Geração Y executa diversas tarefas com toda espontaneidade e facilidade.</p>
<p>Outras características marcantes da Geração Y são a criatividade e a constante busca por desafios. De acordo com o autor, os jovens desta geração tendem a demonstrar maior produtividade quando colocados em face a desafios que demandem alta criatividade com grande frequência. Ao expor as qualidades que fazem da Geração Y um grupo tão peculiar, Sidnei Oliveira mostra que a questão não é criticar os jovens desta geração pelo modo como levam a vida, mas sim fazer um esforço para compreender estas qualidades e ajudá-los a utilizá-las em seu benefício e de todos que estão ao seu redor, criando assim uma nova e mais moderna forma de liderança, condizente com a realidade social, tecnológica e corporativa que o mercado atual exige.</p>
<p>Em <strong>Geração Y – O nascimento de uma nova versão de líderes</strong>, Sidnei Oliveira apresenta a chave para compreender e interagir com esta geração, que possui como características marcantes a quebra de paradigmas e premissas estabelecidos, a busca da satisfação imediata e o acesso a todo tipo de informação, de forma irrestrita e instantânea. O autor deixa claro que, diante de um mundo em constante transformação, os jovens precisam da experiência e da paciência das gerações anteriores para guiá-los – afinal, estão sendo preparados para assumirem empregos que ainda não existem, usando tecnologias que ainda não foram inventadas e resolver problemas que ainda não sabemos que são problemas.</p>
<p><em>&#8220;Este livro é a peça que faltava para entendermos melhor o que pensa, como age e quais os valores e hábitos dessa geração que começa a assumir o comando de empresas, ONGs, clubes e, em breve, de países. Me sinto mais capacitado a lidar com essa turma notável, após ler o que o Sidnei escreveu sobre ela. Deu vontade de também ter nascido na década de 80!&#8221;</em><br />
<strong>César Souza</strong><br />
Presidente da Empreenda Consultoria</p>
<p><em>&#8220;Um livro atual e vibrante que nos convida a uma reflexão sobre nossas vidas e como podemos contribuir, de forma consciente, para a construção de ambientes mais amigáveis e colaborativos que abriguem as cinco gerações que hoje convivem na mesma sociedade. O livro ainda propõe idéias inteligentes que nos ajuda a entender melhor esta incrível geração denominada Y que nos coloca em um novo contexto de conectividade, velocidade e cooperação. Um livro intenso, porém de fácil leitura. Um livro perfeito para que quer entender a nova geração que se inicia.&#8221;</em><br />
<strong>Vicente Picarelli Fil ho</strong><br />
Sócio-Diretor de Consultoria em Capital Humano para o Brasil e América Latina da Deloitte Touche Tohmatsu</p>
<p><em>&#8220;A leitura deste livro permite reconhecer, por meio de exemplos reais e muito bem descritos pelo autor, as mudanças que os jovens têm gerado não só nas empresas, mas também no nosso dia a dia.&#8221;</em><br />
<strong>Sofia Esteves</strong><br />
Presidente do Grupo DMRH/Cia. de Talentos</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oficinacultural.com.br/geral/geracao-y-dica-de-leitura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Para os apaixonados por pesca!</title>
		<link>http://www.oficinacultural.com.br/geral/para-os-apaixonados-por-pesca/</link>
		<comments>http://www.oficinacultural.com.br/geral/para-os-apaixonados-por-pesca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 13:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Cultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[Top Revista Home]]></category>
		<category><![CDATA[bíblia do pescador]]></category>
		<category><![CDATA[companhia]]></category>
		<category><![CDATA[pesca]]></category>
		<category><![CDATA[pesca e cia]]></category>
		<category><![CDATA[pesqueiro]]></category>
		<category><![CDATA[vara de pescar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oficinacultural.com.br/?p=1311</guid>
		<description><![CDATA[A partir do dia 20 de janeiro, a Revistaria Oficina Cultural estará recebendo a edição 2011 da Bíblia do Pescador.  São 340 páginas com informações sobre novos equipamentos, diferentes  modalidades de pesca e dicas valiosas para aproveitar o esporte ao  máximo.
A Bíblia do Pescador deste ano é uma fonte de  consulta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2011/01/pescador_mat_1407.jpg"><img class="size-full wp-image-1312 alignleft" title="pescador_mat_1407" src="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2011/01/pescador_mat_1407.jpg" alt="" width="188" height="248" /></a>A partir do dia 20 de janeiro, a Revistaria Oficina Cultural estará recebendo a edição 2011 da <em>Bíblia do Pescador</em>.  São 340 páginas com informações sobre novos equipamentos, diferentes  modalidades de pesca e dicas valiosas para aproveitar o esporte ao  máximo.</p>
<p>A <em>Bíblia do Pescador</em> deste ano é uma fonte de  consulta permanente para o pescador. “O anuário deste ano está  completíssimo e, como a referência dos equipamentos não muda, ele sempre  estará atualizado”, afirma Mateus Zillig, diretor da publicação.  Segundo ele, as vendas deste ano devem superar as do ano passado, que  foram muito boas. “Investimos em qualidade, aumentamos a quantidade de  páginas e mantivemos o preço.”</p>
<p>Aproveitem para pegar o seu!!</p>
<p><strong>Editora:</strong> Grupo 1<br />
<strong>Lançamento:</strong> 20/1 (GSP e GRJ) e 21/1 (demais praças)<br />
<strong>Periodicidade:</strong> anual <strong> </strong><br />
<strong>Exposição:</strong> ao lado da revista Pesca Esportiva<br />
<strong>Distribuição:</strong> nacional <strong> </strong><strong></strong><br />
<strong>Preço:</strong> R$ 35,00</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oficinacultural.com.br/geral/para-os-apaixonados-por-pesca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Página Oficial no Facebook</title>
		<link>http://www.oficinacultural.com.br/livros/opiniao-livros/pagina-oficial-no-facebook/</link>
		<comments>http://www.oficinacultural.com.br/livros/opiniao-livros/pagina-oficial-no-facebook/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 14:17:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Cultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião Livros]]></category>
		<category><![CDATA[comunicade social]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[página]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oficinacultural.com.br/?p=1198</guid>
		<description><![CDATA[Venha conhecer e acompanhar a página oficial da Revistaria Oficina Cultural no Facebook

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Venha conhecer e acompanhar a página oficial da Revistaria Oficina Cultural no Facebook<br />
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/likebox.php?href=http%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fhome.php%3F%23%21%2Fpages%2FSao-Paulo-Brazil%2FOficina-Cultural-Revistaria%2F119939814707839&amp;width=300&amp;colorscheme=light&amp;connections=10&amp;stream=true&amp;header=true&amp;height=587" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:300px; height:587px;" allowTransparency="true"></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oficinacultural.com.br/livros/opiniao-livros/pagina-oficial-no-facebook/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1822: Chega esta segunda 18 na Oficina Cultural</title>
		<link>http://www.oficinacultural.com.br/livros/1822-chega-esta-segunda-18-na-oficina-cultural/</link>
		<comments>http://www.oficinacultural.com.br/livros/1822-chega-esta-segunda-18-na-oficina-cultural/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 12:56:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Cultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Top Livros Home]]></category>
		<category><![CDATA[1808]]></category>
		<category><![CDATA[1822]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[nova fronteira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oficinacultural.com.br/?p=1137</guid>
		<description><![CDATA[A partir da próxima segunda-feira, chega na Revistaria Oficina Cultural um livro que já é sinônimo de sucesso: 1822,  do jornalista Laurentino Gomes. A publicação, que conta a história da  independência do Brasil, promete ótimas aventuras durante sua leitura, assim como o primeiro  livro do autor, 1808, um best-seller com mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/10/1822_mat_1510.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1138" title="1822_mat_1510" src="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/10/1822_mat_1510.jpg" alt="" width="279" height="248" /></a>A partir da próxima segunda-feira, chega na Revistaria Oficina Cultural um livro que já é sinônimo de sucesso: <strong><em>1822</em></strong>,  do jornalista Laurentino Gomes. A publicação, que conta a história da  independência do Brasil, promete ótimas aventuras durante sua leitura, assim como o primeiro  livro do autor, <em>1808</em>, um best-seller com mais de 600 mil exemplares vendidos.</p>
<p>Lançado há pouco mais de um mês, <em>1822</em> já caiu no gosto dos brasileiros e encabeça o ranking dos livros de não-ficção mais vendidos do país segundo a revista <em>Veja</em>.  A expectativa é que o título trilhe um caminho muito parecido com o  anterior, que hoje ocupa a 4ª colocação e está na lista há 124 semanas  (não consecutivas).</p>
<p>A Revistaria Oficina Cultural continua trazendo os melhores livros.</p>
<p><strong>Editora:</strong> Nova Fronteira<br />
<strong>Lançamento:</strong> 18/10<br />
<strong>Preço:</strong> R$ 44,90</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oficinacultural.com.br/livros/1822-chega-esta-segunda-18-na-oficina-cultural/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bom gosto na leitura sem sair de casa</title>
		<link>http://www.oficinacultural.com.br/livros/bom-gosto-na-leitura-sem-sair-de-casa/</link>
		<comments>http://www.oficinacultural.com.br/livros/bom-gosto-na-leitura-sem-sair-de-casa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 14:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Cultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Livros]]></category>
		<category><![CDATA[book]]></category>
		<category><![CDATA[e-books]]></category>
		<category><![CDATA[livreiro]]></category>
		<category><![CDATA[on-line]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oficinacultural.com.br/?p=1065</guid>
		<description><![CDATA[A comunidade Livreiro traz uma ótima novidade, e-books de literatura brasileira e ótimas opções de livros. Como:
Livros de Eça de Queiroz para ler online
Livros de Machado de Assis para ler online
Livros de José de Alencar para ler online
Livros de diversos autores para ler online
O livreiro é uma Comunidade Social on-line que reuni leitores e amantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade <a href="http://www.olivreiro.com.br/pessoas/83798-oficina-cultural" target="_self">Livreiro </a>traz uma ótima novidade, e-books de literatura brasileira e ótimas opções de livros. Como:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://ow.ly/2N6Di" target="_blank">Livros de Eça de Queiroz para ler online</a></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://ow.ly/2N6Fx" target="_blank">Livros de Machado de Assis para ler online</a></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://ow.ly/2N6Eg" target="_blank">Livros de José de Alencar para ler online</a></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://ow.ly/2N73b" target="_blank">Livros de diversos autores para ler online</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">O livreiro é uma Comunidade Social on-line que reuni leitores e amantes de livros que discutem sobre seus títulos favoritos e novos lançamentos e Best Sellers do momento. Na comunidade ao criar seu perfil você pode selecionar os livros que já leu, pretende ler, favoritos e estou lendo. No site é possível fazer parte de comunidades para discutir os principais assuntos relacionados a livros ou assuntos que interesse mais a você.</p>
<p>Participe seja amigo da <a href="http://www.olivreiro.com.br/pessoas/83798-oficina-cultural" target="_self">Oficina Cultural no Livreiro</a> <a href="http://www.olivreiro.com.br/pessoas/83798-oficina-cultural" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-1066" title="livreiro" src="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/10/livreiro.jpg" alt="" width="198" height="85" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oficinacultural.com.br/livros/bom-gosto-na-leitura-sem-sair-de-casa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Coleção Armas de Guerra</title>
		<link>http://www.oficinacultural.com.br/destaques/colecao-armas-de-guerra/</link>
		<comments>http://www.oficinacultural.com.br/destaques/colecao-armas-de-guerra/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 13:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Cultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas Semanais]]></category>
		<category><![CDATA[Revistas de História]]></category>
		<category><![CDATA[coleção]]></category>
		<category><![CDATA[coleções]]></category>
		<category><![CDATA[editora abril]]></category>
		<category><![CDATA[guerras]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oficinacultural.com.br/?p=849</guid>
		<description><![CDATA[
Depois do sucesso de Battlefield e 70º Aniversário da II Guerra Mundial, a Abril Coleções lança Armas de Guerra. Composta por 20 volumes com informações de mais de 2.900 armas que marcaram a história das guerras e da indústria bélica mundial, a coleção é semanal e chega na Oficina Cultural Revistaria dia 1 de outubro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/armasdeguerra.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-852" title="armasdeguerra" src="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/armasdeguerra.jpg" alt="" width="559" height="389" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois do sucesso de <em>Battlefield</em> e <em>70º Aniversário da II Guerra Mundial</em>, a Abril Coleções lança <em>Armas de Guerra</em>. Composta por 20 volumes com informações de mais de 2.900 armas que marcaram a história das guerras e da indústria bélica mundial, a coleção é semanal e chega na Oficina Cultural Revistaria dia 1 de outubro. Cada volume custa R$19,90 e a primeira edição terá preço promocional de R$9,90.<br />
Veja a coleção:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/listacompleta.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-851" title="listacompleta" src="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/listacompleta.jpg" alt="" width="558" height="238" /></a></p>
<p><strong>Editora:</strong> Abril<br />
<strong>Lançamento:</strong> 1/10<br />
<strong>Periodicidade:</strong> semanal<br />
<strong>Distribuição:</strong> nacional</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oficinacultural.com.br/destaques/colecao-armas-de-guerra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livros que mudaram o mundo</title>
		<link>http://www.oficinacultural.com.br/livros/livros-que-mudaram-o-mundo/</link>
		<comments>http://www.oficinacultural.com.br/livros/livros-que-mudaram-o-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 19:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Cultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Top Livros Home]]></category>
		<category><![CDATA[autores]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[folha]]></category>
		<category><![CDATA[mudaram]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oficinacultural.com.br/?p=605</guid>
		<description><![CDATA[Coleção FOLHA Livros que mudaram o mundo
Os principais pensadores de todos os tempos reunidos numa coleção de conhecimento e cultura, em “Livros que mudaram o mundo” você encontra todas as grandes descobertas cientificas, filosóficas, psíquicas, culturais, religiosas e literatura.

O primeiro volume trás Darwin em “A origem das espécies” e Maquiavel “O príncipe e escritos políticos” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Coleção FOLHA Livros que mudaram o mundo<a href="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/BANNER.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-606" title="BANNER" src="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/BANNER-300x94.jpg" alt="" width="300" height="94" /></a></h3>
<p>Os principais pensadores de todos os tempos reunidos numa coleção de conhecimento e cultura, em “Livros que mudaram o mundo” você encontra todas as grandes descobertas cientificas, filosóficas, psíquicas, culturais, religiosas e literatura.</p>
<p><a href="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/folha.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1025" title="folha" src="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/folha-256x300.jpg" alt="" width="256" height="300" /></a></p>
<p>O primeiro volume trás Darwin em “A origem das espécies” e Maquiavel “O príncipe e escritos políticos” por o preço de um.  Siga a sequencia da sua coleção com a gente:</p>
<p>Volumes:</p>
<p><span style="color: #008000;">1 – Darwin – A origem das espécies. Lançamento dia 19/09</span></p>
<p><span style="color: #008000;">2 – Maquiavel – O príncipe e escritos políticos. Lançamento dia 19/09</span></p>
<p><span style="color: #008000;">3 – Freud – A interpretação dos sonhos. Lançamento dia 26/09</span></p>
<p><span style="color: #008000;">4 – Adam Smith – Riqueza das nações. Lançamento dia 03/10</span></p>
<p><span style="color: #008000;">5 – Platão – Apologia de Sócrates, o banquete de Fedro. Lançamento dia 10/10</span></p>
<p><span style="color: #339966;">6 – Descarter – Discurso sobre o método e princípios de filosofia. Lançamento 17/10</span></p>
<p><span style="color: #339966;">7 – Thomas More – A utopia. Lançamentos 24/10</span></p>
<p><span style="color: #339966;">8 – Kant – A metafísica dos costumes. Lançamentos 31/10</span></p>
<p><span style="color: #339966;">9 – Isaac Newton – Princípia – Princípios matemáticos da filosofia natural. Lançamentos 07/11</span></p>
<p><span style="color: #339966;">10 – Mao Tsé-Tung – O livros vermelho. Lançamentos 14/11</span></p>
<p><span style="color: #339966;">11 – Aristóteles – A política. Lançamentos 21/11</span></p>
<p><span style="color: #339966;">12 – Santo Agostinho – Confissões. Lançamentos 28/11</span></p>
<p><span style="color: #339966;">13 – Karl Marx – O capital. Lançamentos 05/12</span></p>
<p><span style="color: #339966;">14 – Rousseau – Do contrato social. Lançamentos 12/12</span></p>
<p><span style="color: #339966;">15 – Pascal – Pensamentos. Lançamentos 19/12</span></p>
<p><span style="color: #339966;">16 – Alexis de Tocqueville – A democracia na América. Lançamentos 26/12</span></p>
<p><span style="color: #339966;">17 – Voltaire – Candido ou Otimista. Lançamentos 02/01</span></p>
<p><span style="color: #339966;">18 – Bíblia Sagrada. Lançamentos 09/01</span></p>
<p><span style="color: #339966;">19 – Alcorão Sagrado. Lançamentos 16/01</span></p>
<p>20 – Discursos que mudaram o mundo – Vários autores. Lançamentos 23/01</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oficinacultural.com.br/livros/livros-que-mudaram-o-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1001 Filmes para Ver Antes de Morrer, de Steven Jay Schneider</title>
		<link>http://www.oficinacultural.com.br/destaques/1001-filmes-para-ver-antes-de-morrer-de-steven-jay-schneider/</link>
		<comments>http://www.oficinacultural.com.br/destaques/1001-filmes-para-ver-antes-de-morrer-de-steven-jay-schneider/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 21:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Cultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Best Sellers]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Top Livros Home]]></category>
		<category><![CDATA[1001]]></category>
		<category><![CDATA[atores]]></category>
		<category><![CDATA[best seller]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oficinacultural.com.br/?p=455</guid>
		<description><![CDATA[
Sinopse:
&#8216;1001 filmes para ver antes de morrer&#8217; inclui obras de mais de 30  países. Mais de 50 críticos selecionaram 1001 filmes e os reuniram neste  livro. Ilustrado com cartazes, cenas de filmes e retratos de atores, a  obra traz lado a lado obras de todos os gêneros &#8211; de ação a vanguarda, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/1001-filmes-para-ver-antes-de-morrer.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-456" title="1001 filmes para ver antes de morrer" src="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/1001-filmes-para-ver-antes-de-morrer-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Sinopse:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8216;1001 filmes para ver antes de morrer&#8217; inclui obras de mais de 30  países. Mais de 50 críticos selecionaram 1001 filmes e os reuniram neste  livro. Ilustrado com cartazes, cenas de filmes e retratos de atores, a  obra traz lado a lado obras de todos os gêneros &#8211; de ação a vanguarda,  passando por animação, comédia, aventura, documentário, musical,  romance, drama, suspense, terror, curta-metragem ficção científica.  Organizado por ordem cronológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Autor: <strong>SCHNEIDER, STEVEN JAY</strong><br />
Tradutor: <strong>COSTA, CARLOS IRINEU DA</strong><br />
Tradutor: <strong>MORAIS, FABIANO</strong><br />
Tradutor: <strong>ALMEIDA, LIVIA</strong><br />
Editora: <strong>SEXTANTE FICÇAO</strong><br />
Assunto: <strong>CINEMA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ISBN:</strong> 8599296256<br />
<strong>ISBN-13:</strong> 9788599296257<br />
Livro em português<br />
Brochura  - 21 x 16 cm  - Peso 1,940 Kg 1ª Edição &#8211; 2008<br />
<strong>960 pág.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Trecho do livro<em> </em></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>INTRODUÇÃO </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Conforme seu título já sugere, 1001 filmes para ver antes de morrer é um livro que busca não apenas informar e sugerir, mas também motivar: transformar leitores curiosos em espectadores apaixonados e deixar claro que a pressão é imensa, o tempo é curto e o número de filmes que devem ser assistidos se tornou realmente grande.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, listas dos &#8220;10 mais&#8221; sobrevivem quase exclusivamente como enquetes anuais dos críticos e debates sobre os &#8220;100 melhores filmes&#8221; tendem a se restringir ou a gêneros específicos &#8211; como comédia, terror, ficção científica, romance ou faroeste &#8211; ou a cinematografias nacionais, como as da França, China, Itália, Japão ou Inglaterra. Tudo isso indica a impossibilidade &#8211; ou pelo menos a irresponsabilidade &#8211; de se trabalhar com um número menor do que (digamos) mil, quando se pretende preparar uma lista dos &#8220;melhores&#8221;, ou dos mais valiosos, importantes ou inesquecíveis filmes de todos os tempos; uma lista que queira fazer justiça e abranger toda a história da mídia cinematográfica.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o objetivo acima em mente, mesmo 1001 rapidamente começa a parecer um número pequeno demais. Talvez nem tanto, se deixássemos de fora os filmes mudos; ou de vanguarda; ou do Oriente Médio; ou as animações; ou os documentários; ou os curta-metragens&#8230; Essas estratégias de exclusão, contudo, acabam sendo apenas maneiras de diminuir a pressão, de traçar linhas arbitrárias na areia cinematográfica e de se recusar a tomar a série de decisões difíceis, porém necessárias, para se ter uma seleção limitada de filmes que trate todos os tipos e escolas e tradições diferentes que compõem a arte do cinema com o respeito que lhes é devido. O livro que você tem em mãos assume um grande risco ao oferecer uma lista de filmes imperdíveis que abrange todas as épocas, gêneros e países. Contudo, este é um risco que vale a pena correr e, se você estiver disposto a ver todos os filmes discutidos aqui, pode ter certeza de que morrerá um cinéfilo feliz. Resumindo: quanto mais filmes você vir, melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, como determinamos quais 1001 filmes você deve ver antes de morrer? Seria muito mais fácil, e geraria menos controvérsia, se tivéssemos que listar 1001 filmes que devem ser evitados a qualquer custo! Não é nada surpreendente quando se descobre que a crítica de cinema não pode ser considerada uma ciência exata, e não é exatamente um exagero dizer que o Perdidos na noite de uma pessoa pode muito bem ser o Ishtar de outra. Talvez haja maneiras de comparar objetivamente &#8211; e até classificar &#8211; ciclos, movimentos e subgêneros altamente codificados e historicamente específicos, como o thriller italiano da década de 70, tendo por base, neste caso, a violência estilizada, as narrativas labirínticas e a identificação psicológica. E talvez seja legítimo separar os clássicos indiscutí veis de Hitchcock (Intriga internacional, Janela indiscreta, Um corpo que cai, Psicose, Os pássaros, etc.) dos que são geralmente considerados filmes mais fracos do diretor (Cortina rasgada, Trama macabra, Topázio, Agonia de amor). Porém, em que se basear para escolher entre A hora da partida, de Tsai Ming Liang, e O que terá acontecido a Baby Jane, de Robert Aldrich? Ou entre Viagem à Lua, de George Méliès, e Uma questão de silêncio, de Marleen Gorris? Se o objetivo deste livro é mesmo incluir um pouco de tudo, então como evitar que a lista de 1001 filmes resultante se torne uma grande e diversificada amostra da produção cinematográfica &#8211; um caso de mera variedade em detrimento do verdadeiro valor?</p>
<p style="text-align: justify;">São boas perguntas. O primeiro passo para determinarmos os 1001 filmes a serem incluídos aqui envolveu analisar atentamente o número de listas já existentes dos &#8220;favoritos&#8221;, &#8220;maiores&#8221; e melhores&#8221; filmes e priorizar os títulos com base na freqüência com que cada um aparecia nelas. Isso nos ajudou a identificar uma espécie de cânone de clássicos (incluindo os modernos e contemporâneos) que acreditamos merecer um lugar de destaque neste livro, baseando-nos simultaneamente em qualidade e reputação. O que não quer dizer, de forma alguma, que todos os filmes presentes nessas listas mais curtas &#8211; e por vezes peculiares &#8211; entraram em nossa lista final, mas o exercício nos deu ao menos alguns pontos de referência essenciais e reduziu significativamente a inevitável natureza subjetiva da seleção.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de chegarmos a um conjunto provisório de cerca de 1300 títulos, partimos para revisar a lista de novo (e de novo, de novo, de novo&#8230;) com o duplo &#8211; e conflitante &#8211; objetivo de reduzir o número total e ainda abranger a contento os vários períodos, cinematografias nacionais, gêneros, movimentos, escolas e autores notáveis. Com todo o respeito à última categoria, interpretamos a noção de &#8220;autor&#8221; com a maior flexibilidade possível, de modo a incluir não apenas diretores (Woody Allen, Ingmar Bergman, John Cassavetes, Federico Fellini, Jean-Luc Godard, Abbas Kiarostami, Satyajit Ray, etc.), como também atores (Humphrey Bogart, Marlene Dietrich, Toshirô Mifune), produtores (David O. Selznick, Sam Spiegel, Irving Thalberg), roteiristas (Ernest Lehman, Preston Sturges, Cesare Zavattini), fotógrafos (Gregg Toland, Gordon Willis, Freddie Young), compositores (Bernard Hermann, Ennio Morricone, Nino Rota), etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Também tomamos o cuidado de não dar preferência automática &#8211; passe livre, por assim dizer &#8211; a produções autodesignadas como &#8220;de alto nível&#8221; ou exemplos de grande arte cinematográfica (épicos históricos, adaptações da obra de Shakespeare, experimentos dos formalistas russos), deixando de lado os gêneros considerados &#8220;menores&#8221; (comédia pastelão, filmes de gângster da década de 30, cinema de blaxploitation), ou até mesmo filmes de méritos estéticos relativamente questionáveis (Pink Flamingos, Os embalos de sábado à noite, A bruxa de Blair), franco apelo popular (Top Gun &#8211; Ases indomáveis, Quero ser grande, E.T.: o extraterrestre), ou aqueles de valor ideológico ou ético questionáveis (O nascimento de uma nação, Monstros, O triunfo da vontade, Os 120 dias de Sodoma). Em vez disso, nos esforçamos para julgar cada um dos candidatos por suas próprias qualidades, o que significava, para começo de conversa, descobrir da melhor forma possível em que consistia a &#8220;qualidade&#8221; em questão &#8211; o que nem sempre é tarefa simples ou óbvia, como no caso de Pink Flamingos, cuja infame chamada já dizia &#8220;um exercício de mau gosto&#8221; &#8211; e então encontrar maneiras de separar o joio do trigo (mesmo que a diferença entre os dois pareça tão pequena a ponto de ser indiscernível ou irrelevante).</p>
<p style="text-align: justify;">Existe um velho ditado que diz: &#8220;Mesmo que você coma filé mignon todos os dias, de vez em quando vai querer um hambúrguer.&#8221; Em outras palavras, mesmo que seu gosto cinematográfico pese bastante para o lado dos clássicos mundiais reconhecidos (Cidadão Kane, Rashomon, Touro indomável e Encouraçado Potemkim), ou dos tesouros do cinema de arte europeu (A aventura, Hiroshima meu amor e Último tango em Paris), em algum momento você irá querer assistir a um filme que se presta a objetivos completamente diferentes, seja ele um megassucesso hollywoodiano (O parque dos dinossauros, O império contra-ataca, Titanic), uma bizarrice underground (Scorpio Rising, Criaturas flamejantes, Hold me While I&#8217;m Naked), ou uma curiosidade cult (El Topo, O segundo rosto, Slacker, Mundo cão, O homem de ferro). Da forma como pensamos este projeto, nossa tarefa principal era garantir que, qualquer que fosse seu gosto cinematográfico genérico, ou naquele dia específico em que você resolvesse experimentar algo diferente, este livro pudesse ser um menu em que cada prato é sempre bom.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, depois de fazer os derradeiros e sofridos cortes necessários para reduzir a lista para &#8220;meros&#8221; 1001 filmes, o último passo era ajustar os resultados com base nas opiniões e sugestões oferecidas pelo nosso estimado grupo de colaboradores, cuja experiência coletiva, o conhecimento e a paixão em assistir, debater e escrever sobre filmes garantiram que, embora nenhuma lista de &#8220;melhor qualquer coisa&#8221; possa ser perfeita (seja lá o que isso signifique) ou totalmente incontestável (não seria uma chatice?), a que você tem nas mãos fosse a melhor possível. No entanto, não é apenas a lista em si que torna este livro tão especial, mas também as resenhas encomendadas que acompanham cada um dos 1001 filmes &#8211; ensaios concisos, bem escritos e estimulantes que combinam perfeitamente detalhes importantes do enredo, comentários perspicazes, contexto histórico e cultural e uma boa quantidade de curiosidades (Quer dizer que pensaram em chamar George Lucas para dirigir Apocalipse Now? Quem diria!). Não se deixe enganar pela facilidade com que estes ensaios são digeridos. É preciso um talento único &#8211; ou até arte &#8211; para se escrever um texto profundo e cativante de apenas 500 palavras sobre filmes como Casablanca, Rastros de ódio ou A regra do jogo, quanto mais 350 palavras sobre Boogie Nights &#8211; Prazer sem limites, Gritos e sussurros ou O mensageiro do diabo, ou (pasmem!) 200 palavras sobre Marketa Lazarova, O pianista, ou Cléo das 5 às 7. De alguma forma, e com grande presença de espírito, eles conseguiram, e de modo brilhante.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto à minha experiência em trabalhar neste livro, só posso dizer que as dores de ter que cortar vários dos meus favoritos foram mais do que compensadas pelo prazer de admirar a seleção resultante, de ler tantas resenhas de críticos maravilhosos e descobrir tanto sobre a história, as tradições e os tesouros escondidos que eu não conhecia. Mesmo que você tenha visto todos os 1001 filmes discutidos nestas páginas (parabéns, embora eu duvide bastante), tenho certeza de que será tremendamente recompensador ler sobre eles aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Como editor geral de 1001 filmes para ver antes de morrer, tenho a honra e o privilégio de agradecer a todas as pessoas responsáveis por garantir o sucesso inevitável deste projeto ambicioso. Minha gratidão a Laura Price, Catherine Osborne e ao restante da equipe da Quintet Publishing, uma divisão do Quarto Group; a Andrew Lockett, do British Film Institute; aos mais de 60 colaboradores de nove países diferentes que trabalharam com prazos apertados e um editor carrasco (eu) para produzir as resenhas divertidas e informativas; e, como sempre, a minha família, meus amigos e colegas, cujo apoio e incentivo continua sendo minha arma nem tão secreta assim.</p>
<p style="text-align: justify;">STEVEN JAY SCHNEIDER<br />
EDITOR GERAL</p>
<p style="text-align: justify;">* * *</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota da edição brasileira</strong><br />
Os filmes que foram lançados no Brasil aparecem no livro com o título em português e abaixo dele, entre parênteses, o título original na língua do país de origem. Os filmes que não foram veiculados no Brasil entram com seu título original e uma tradução aproximada no texto.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oficinacultural.com.br/destaques/1001-filmes-para-ver-antes-de-morrer-de-steven-jay-schneider/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1808, de Laurentino Gomes</title>
		<link>http://www.oficinacultural.com.br/destaques/1808-de-laurentino-gomes/</link>
		<comments>http://www.oficinacultural.com.br/destaques/1808-de-laurentino-gomes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 21:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Cultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Best Sellers]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Não-Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Top Livros Home]]></category>
		<category><![CDATA[1808]]></category>
		<category><![CDATA[9788576653202]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[corte]]></category>
		<category><![CDATA[história do brasil]]></category>
		<category><![CDATA[napoleão]]></category>
		<category><![CDATA[rainha]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oficinacultural.com.br/?p=451</guid>
		<description><![CDATA[
Sinopse:
O propósito deste livro, resultado de dez anos de investigação  jornalística, é resgatar e contar a história da corte lusitana no Brasil  e tentar devolver seus protagonistas à dimensão mais correta possível  dos papéis que desempenharam duzentos anos atrás. &#8216;1808 &#8211; Como uma  rainha louca, um príncipe medroso e uma corte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/1808.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-452" title="1808" src="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/1808-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a></p>
<p>Sinopse:</p>
<p>O propósito deste livro, resultado de dez anos de investigação  jornalística, é resgatar e contar a história da corte lusitana no Brasil  e tentar devolver seus protagonistas à dimensão mais correta possível  dos papéis que desempenharam duzentos anos atrás. &#8216;1808 &#8211; Como uma  rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram  Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil&#8217; é o relato sobre  um dos principais momentos históricos brasileiros.</p>
<p>Autor: <strong>GOMES, LAURENTINO</strong><br />
Editora: <strong>PLANETA DO BRASIL</strong><br />
Assunto: <strong>HISTÓRIA DO BRASIL</strong></p>
<p><strong>ISBN:</strong> 8576653206<br />
<strong>ISBN-13:</strong> 9788576653202<br />
Livro em português<br />
Brochura<br />
- 16 x 23 cm 1ª Edição &#8211; 2007<br />
<strong>408 pág.</strong></p>
<h1>Trecho do livro</h1>
<p><strong>A fuga </strong></p>
<p>Imagine que, num dia qualquer, os brasileiros acordassem com a notícia de que o presidente da República havia fugido para a Austrália, sob a proteção de aviões da Força Aérea dos Estados Unidos. Com ele, teriam partido, sem aviso prévio, todos os ministros, os integrantes dos tribunais superiores de Justiça, os deputados e senadores e alguns dos maiores líderes empresariais. E mais: a esta altura, tropas da Argentina já estariam marchando sobre Uberlândia, no Triângulo Mineiro, a caminho de Brasília. Abandonado pelo governo e todos os seus dirigentes, o Brasil estaria à mercê dos invasores, dispostos a saquear toda e qualquer propriedade que encontrassem pela frente e assumir o controle do país por tempo indeterminado.</p>
<p>Provavelmente, a primeira sensação dos brasileiros diante de uma notícia tão inesperada seria de desamparo e traição. Depois, de medo e revolta.</p>
<p>E foi assim que os portugueses reagiram na manhã de 29 de novembro de 1807, quando circulou a informação de que a rainha, o príncipe regente e toda a corte estavam fugindo para o Brasil sob a proteção da Marinha britânica. Nunca algo semelhante tinha acontecido na história de qualquer outro país europeu. Em tempos de guerra, reis e rainhas haviam sido destronados ou obrigados a se refugiar em territórios alheios, mas nenhum deles tinha ido tão longe a ponto de cruzar um oceano para viver e reinar do outro lado do mundo. Embora os europeus dominassem colônias imensas em diversos continentes, até aquele momento nenhum rei havia colocado os pés em seus territórios ultramarinos para uma simples visita — muito menos para ali morar e governar. Era, portanto, um acontecimento sem precedentes tanto para os portugueses, que se achavam na condição de órfãos de sua monarquia da noite para o dia, como para os brasileiros, habituados até então a ser tratados como uma simples colônia extrativista de Portugal.</p>
<p>No caso dos portugueses, além da surpresa da notícia, havia um fator que agravava a sensação de abandono. Duzentos anos atrás, a noção de Estado, governo e identidade nacional era bem diferente da que se tem hoje. Ainda não existia em Portugal a idéia de que todo poder emana do povo e em seu nome é exercido — o princípio fundamental da democracia. No Brasil de hoje, se, por uma circunstância inesperada, todos os governantes fugissem do país, o povo ainda teria a prerrogativa de se reunir e eleger um novo presidente, deputados e senadores, de modo a recompor imediatamente o Estado e seu governo. As próprias empresas, depois de um período de incerteza pela ausência de seus donos ou dirigentes, poderiam se reorganizar e continuar funcionando. Em Portugal de 1807 não era assim. Sem o rei, o país ficava à míngua e sem rumo. Dele dependiam toda a atividade econômica, a sobrevivência das pessoas, o governo, a independência nacional e a própria razão de ser do Estado português.</p>
<p>Para complicar ainda mais a situação, Portugal era um dos países mais atrasados da Europa no que diz respeito às idéias e reformas políticas. Ao contrário da Inglaterra e da Holanda, em que a realeza ia gradativamente perdendo espaço para os grupos representados no Parlamento, em Portugal ainda vigorava o regime de monarquia absoluta. Ou seja, o rei tinha o poder total.1 Cabia a ele não só criar as leis, mas também executá-las e interpretá-las da forma que julgasse mais adequada. Os juízes e as câmaras municipais existentes funcionavam como meros braços auxiliares do monarca, que podia desautorizar suas opiniões e decisões a qualquer momento.</p>
<p>Essa noção ajuda a explicar a sensação de desamparo e perda irreparável que os portugueses sentiram nas ruas de Lisboa naquela manhã fria do final do outono. Com a fuga do rei, Portugal deixava de ser Portugal, um país independente, com governo próprio. Passava a ser um território vazio e sem identidade. Seus habitantes ficavam entregues aos interesses e à cobiça de qualquer aventureiro que tivesse força para invadir suas cidades e assumir o trono.</p>
<p>Por que o rei fugia?</p>
<p>Antes de explicar a fuga, é importante esclarecer que, nessa época, o trono de Portugal não era ocupado por um rei, mas por um príncipe regente. D. João reinava em nome de sua mãe, D. Maria I. Declarada insana e incapaz de governar, a rainha vivia trancafiada no Palácio de Queluz, a cerca de dez quilômetros de Lisboa. Segundo filho da rainha louca, D. João não tinha sido educado para dirigir os destinos do país. Seu irmão mais velho e herdeiro natural do trono, D. José, havia morrido de varíola em 1788, aos 27 anos.2 Além de despreparado para reinar, D. João era um homem solitário às voltas com sérios problemas conjugais. Em 1807, fazia três anos que vivia separado da mulher, a princesa Carlota Joaquina, uma espanhola geniosa e mandona com quem tivera nove filhos, um dos quais havia morrido antes de completar um ano. O casal, que se odiava profundamente, dormia não apenas em camas separadas, mas em palácios diferentes e distantes um do outro. Carlota morava em Queluz, com a rainha louca. D. João, em Mafra, na companhia de centenas de frades e monges que viviam à custa da monarquia portuguesa.</p>
<p>Situado a cerca de trinta quilômetros de Lisboa, o Palácio de Mafra era um dos ícones dos tempos de glória e abundância do império colonial português. Mistura de palácio, igreja e convento, tinha 264 metros de fachada, 5200 portas e janelas e 114 sinos. O refeitório media cem metros de comprimento. Sua construção levou 34 anos e chegou a mobilizar 45 000 homens. O mármore tinha vindo da Itália. A madeira, do Brasil. Ficou pronto em 1750, no auge da produção de ouro e diamantes em Minas Gerais.3 Além dos aposentos da corte e de seus serviçais, havia trezentas celas usadas para alojar centenas de frades. Era nesse edifício gigantesco e sombrio que D. João passava seus dias longe da família, entre reuniões com os ministros do governo e missas, orações e cânticos religiosos.</p>
<p>O príncipe regente era tímido, supersticioso e feio. O principal traço de sua personalidade e que se refletia no trabalho, no entanto, era a indecisão. Espremido entre grupos com opiniões conflitantes, relutava até o último momento a fazer escolhas. As providências mais elementares do governo o atormentavam e angustiavam para além dos limites. Por isso, costumava delegar tudo aos ministros que o rodeavam. Em novembro de 1807, porém, D. João foi colocado contra a parede e obrigado a tomar a decisão mais importante da sua vida. A fuga para o Brasil foi resultado da pressão irresistível exercida sobre ele pelo maior gênio militar que o mundo havia conhecido desde os tempos dos césares do Império Romano: Napoleão Bonaparte.</p>
<p>Em 1807, o imperador francês era o senhor absoluto da Europa. Seus exércitos haviam colocado de joelhos todos os reis e rainhas do continente, numa sucessão de vitórias surpreendentes e brilhantes. Só não haviam conseguido subjugar a Inglaterra. Protegidos pelo Canal da Mancha, os ingleses tinham evitado o confronto direto em terra com as forças de Napoleão. Ao mesmo tempo, haviam se consolidado como os senhores dos mares na batalha de Trafalgar, em 1805, quando sua Marinha de guerra, sob o comando de Lord Nelson, destruiu, na entrada do Mediterrâneo, as esquadras combinadas da França e da Espanha.4 Napoleão reagiu decretando o bloqueio continental, medida que previa fechamento dos portos europeus ao comércio de produtos britânicos. Suas ordens foram imediatamente obedecidas por todos os países, com uma única exceção: o pequeno e desprotegido Portugal. Pressionado pela Inglaterra, sua tradicional aliada, D. João ainda relutava em ceder às exigências do imperador. Por essa razão, em novembro de 1807 tropas francesas marchavam em direção à fronteira de Portugal, prontas para invadir o país e destronar seu príncipe regente.</p>
<p>Encurralado entre as duas maiores potências econômicas e militares de sua época, D. João tinha pela frente duas alternativas amargas e excludentes. A primeira era ceder às pressões de Napoleão e aderir ao bloqueio continental. A segunda, aceitar a oferta dos aliados ingleses e embarcar para o Brasil levando junto a família real, a maior parte da nobreza, seus tesouros e todo o aparato do Estado. Aparentemente, era uma oferta generosa. Na prática, tratava-se de uma chantagem. Se D. João optasse pela primeira escolha e se curvasse às exigências de Napoleão, a Inglaterra repetiria em Portugal o que já havia feito, meses antes, na também relutante Dinamarca. Na manhã de 1o de setembro de 1807, os habitantes de Copenhague, a capital dinamarquesa, acordaram sob uma barragem de fogo despejada pelos canhões dos navios britânicos ancorados diante do seu porto. O bombardeio durou quatro dias e quatro noites. Ao final, 2000 pessoas estavam mortas. No dia 7, Copenhague capitulou. Os ingleses se apoderaram de todos os navios, materiais e munições, deixando a cidade sem defesas.</p>
<p>No caso de Portugal, as conseqüências poderiam ser ainda piores. Se o príncipe regente aderisse a Napoleão, os ingleses não só bombardeariam Lisboa e seqüestrariam a frota portuguesa como muito provavelmente tomariam suas colônias ultramarinas, das quais o país dependia para sobreviver. Com o apoio dos ingleses, o Brasil, a maior e mais rica dessas colônias, provavelmente declararia sua independência mais cedo do que se esperava, seguindo o exemplo dos Estados Unidos e de seus vizinhos territórios espanhóis. E, sem o Brasil, Portugal não seria nada.</p>
<p>Havia, obviamente, uma terceira alternativa, que sequer foi considerada por D. João. Seria permanecer em Portugal, enfrentar Napoleão e lutar ao lado dos ingleses na defesa do país, mesmo correndo o risco de perder o Trono e a Coroa. Os fatos mostrariam mais tarde que as chances de sucesso nesse caso eram grandes, mas, em 1807, essa opção não estava ao alcance do inseguro e medroso príncipe regente. Incapaz de resistir e enfrentar um inimigo que julgava muito mais poderoso, decidiu fugir. “Preferindo abandonar a Europa, D. João procedeu com exato conhecimento de si mesmo”, escreveu o historiador Tobias Monteiro. “Sabendo-se incapaz de heroísmo, escolheu a solução pacífica de encabeçar o êxodo e procurar no morno torpor dos trópicos a tranqüilidade ou o ócio para que nasceu.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oficinacultural.com.br/destaques/1808-de-laurentino-gomes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Símbolo Perdido, de Dan Brown</title>
		<link>http://www.oficinacultural.com.br/destaques/simbolo-perdido-de-dan-brown/</link>
		<comments>http://www.oficinacultural.com.br/destaques/simbolo-perdido-de-dan-brown/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 21:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oficina Cultural</dc:creator>
				<category><![CDATA[Best Sellers]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Livros]]></category>
		<category><![CDATA[8599296558]]></category>
		<category><![CDATA[best seller]]></category>
		<category><![CDATA[dan brown]]></category>
		<category><![CDATA[perdido]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Langdon]]></category>
		<category><![CDATA[símbolo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oficinacultural.com.br/?p=445</guid>
		<description><![CDATA[
Sinopse:
Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada  humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus conhecimentos de  simbologia e sua habilidade para solucionar problemas. Em &#8216;O Símbolo  Perdido&#8217;, o professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e  mentor Peter Solomon [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/2875206.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-447" title="símbolo" src="http://www.oficinacultural.com.br/wp-content/uploads/2010/09/2875206-209x300.jpg" alt="" width="209" height="300" /></a></p>
<p>Sinopse:</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada  humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus conhecimentos de  simbologia e sua habilidade para solucionar problemas. Em &#8216;O Símbolo  Perdido&#8217;, o professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e  mentor Peter Solomon &#8211; eminente maçom e filantropo &#8211; a dar uma palestra  no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa  armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que  tudo indica, correndo grande perigo. Mal&#8217;akh, o sequestrador, acredita  que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons,  esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a  quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa  que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar  Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais  pontos da capital americana &#8211; o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a  Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste  labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos,  Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada  cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o  mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem  envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue  Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren  Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já  aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder,  nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.</p>
<p style="text-align: justify;">Autor: <strong>BROWN, DAN</strong><br />
Tradutor: <strong>ABREU, FERNANDA</strong><br />
Editora: <strong>SEXTANTE FICÇAO</strong><br />
Assunto: <strong>LITERATURA ESTRANGEIRA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ISBN:</strong> 8599296558<br />
<strong>ISBN-13:</strong> 9788599296554<br />
Livro em português<br />
Brochura<br />
1ª Edição – 2009</p>
<h1 style="text-align: justify;">Trecho do Livro</h1>
<p style="text-align: justify;"><strong>Capítulo 1 </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O elevador Otis que subia a coluna sul da Torre Eiffel estava lotado de turistas. Em seu interior abarrotado, o austero executivo de terno bem passado baixou os olhos para o menino ao seu lado.</p>
<p style="text-align: justify;">- Você está pálido, filho. Devia ter ficado lá embaixo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Estou bem… &#8211; respondeu o garoto, esforçando-se para controlar a própria ansiedade. &#8211; Vou descer no próximo andar. &#8211; Não consigo respirar.</p>
<p style="text-align: justify;">O homem chegou mais perto.</p>
<p style="text-align: justify;">- Pensei que a esta altura você já tivesse superado isso. &#8211; Ele acariciou com afeto a bochecha do filho.</p>
<p style="text-align: justify;">O menino estava com vergonha por desapontar o pai, mas mal conseguia escutar qualquer coisa, tamanho o zumbido em seus ouvidos. Não consigo respirar. Preciso sair de dentro desta caixa!</p>
<p style="text-align: justify;">O ascensorista estava dizendo alguma coisa tranquilizadora sobre os pistons articulados e a estrutura de ferro forjado do elevador. Muito abaixo deles, as ruas de Paris se estendiam em todas as direções.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos quase chegando, disse o menino para si mesmo, esticando o pescoço e erguendo os olhos para a plataforma de desembarque. Aguente firme.</p>
<p style="text-align: justify;">À medida que o elevador se aproximava num ângulo acentuado do deque de observação, o poço se estreitava, e seus enormes tirantes se contraíam formando um túnel apertado, vertical.</p>
<p style="text-align: justify;">- Pai, eu acho que não…</p>
<p style="text-align: justify;">De repente, um estalo abrupto ecoou acima dele. O elevador deu um tranco e pendeu para um dos lados, desequilibrado. Cabos esgarçados começaram a chicotear em volta do compartimento, agitando-se feito cobras. O menino estendeu a mão para o pai.</p>
<p style="text-align: justify;">- Pai!</p>
<p style="text-align: justify;">Durante um segundo aterrorizante, seus olhares se cruzaram.</p>
<p style="text-align: justify;">Então o fundo do elevador se soltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Robert Langdon teve um sobressalto, despertando assustado daquele sonho diurno semiconsciente. Estava sentado sozinho em sua macia poltrona de couro na imensa cabine de um jatinho corporativo Falcon 2000EX que atravessava aos solavancos uma área de turbulência. Ao fundo, ouvia-se o zumbido constante dos dois motores Pratt &amp; Whitney.</p>
<p style="text-align: justify;">- Sr. Langdon? &#8211; O alto-falante chiou acima dele. &#8211; Estamos na fase final de aproximação.</p>
<p style="text-align: justify;">Langdon se endireitou no assento e tornou a guardar as notas da palestra dentro da bolsa de viagem de couro. Estava no meio de uma revisão da simbologia maçônica quando havia cochilado. Desconfiava que o sonho sobre o pai já falecido tivesse sido causado pelo inesperado convite, recebido naquela manhã, de seu antigo mentor, Peter Solomon.</p>
<p style="text-align: justify;">O outro homem que nunca vou querer decepcionar.</p>
<p style="text-align: justify;">O filantropo, historiador e cientista de 58 anos havia se tornado o protetor de Langdon quase 30 anos antes, preenchendo sob muitos aspectos o vazio deixado pela morte do pai. Apesar da influente dinastia familiar e da imensa fortuna de Solomon, Langdon encontrou humildade e calor humano em seus suaves olhos cinzentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Do lado de fora da janela, o sol havia se posto, mas Langdon ainda podia distinguir a silhueta esguia do maior obelisco do mundo, erguendo-se acima do horizonte como a coluna de um antigo relógio de sol. O obelisco de quase 170 metros de altura revestido de mármore marcava o centro daquela nação. A partir dele, a meticulosa geometria de ruas e monumentos se espalhava por todas as direções.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo vista de cima, Washington exalava um poder quase místico.</p>
<p style="text-align: justify;">Langdon adorava aquela cidade e, quando o jatinho tocou o solo, sentiu uma animação crescente em relação ao que o dia lhe reservava. A aeronave taxiou até um terminal privado em algum lugar em meio à vastidão do Aeroporto Internacional Dulles e parou.</p>
<p style="text-align: justify;">Langdon juntou suas coisas, agradeceu aos pilotos e emergiu do interior luxuoso do jatinho para a escada dobrável. O ar frio de janeiro dava uma sensação de liberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Respire, Robert, pensou ele, apreciando os grandes espaços abertos. Uma manta de bruma branca cobria a pista de pouso e, ao descer para o asfalto enevoado, Langdon teve a sensação de estar pisando em um pântano.</p>
<p style="text-align: justify;">- Olá! Olá! &#8211; chamou uma voz melodiosa com sotaque britânico. &#8211; Professor Langdon?</p>
<p style="text-align: justify;">Langdon ergueu os olhos e viu uma mulher de meia-idade, de crachá e com uma prancheta na mão, caminhando apressada em sua direção, acenando alegremente enquanto ele se aproximava. Cabelos louros cacheados despontavam de baixo de um estiloso gorro de lã.</p>
<p style="text-align: justify;">- Bem-vindo a Washington, professor!</p>
<p style="text-align: justify;">Langdon sorriu.</p>
<p style="text-align: justify;">- Obrigado.</p>
<p style="text-align: justify;">- Meu nome é Pam, do serviço de atendimento a passageiros. &#8211; A mulher falava com uma exuberância quase perturbadora. &#8211; Se quiser me acompanhar, seu carro está aguardando.</p>
<p style="text-align: justify;">Langdon a seguiu pela pista em direção ao terminal exclusivo, cercado por reluzentes jatinhos privados. Um ponto de táxi para os ricos e famosos.</p>
<p style="text-align: justify;">- Sem querer constrangê-lo, professor &#8211; disse a mulher, um pouco encabulada -, o senhor é o Robert Landgon que escreve livros sobre símbolos e religião, não é?</p>
<p style="text-align: justify;">Langdon hesitou, mas assentiu com a cabeça.</p>
<p style="text-align: justify;">- Bem que eu achei! &#8211; disse ela, radiante. &#8211; Meu grupo de leitura leu o seu livro sobre o sagrado feminino e a Igreja! Ele provocou um escândalo delicioso! O senhor gosta mesmo de soltar a raposa no galinheiro!</p>
<p style="text-align: justify;">Langdon sorriu.</p>
<p style="text-align: justify;">- Criar escândalo não foi bem a minha intenção.</p>
<p style="text-align: justify;">A mulher pareceu perceber que Langdon não estava disposto a conversar sobre o próprio trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">- Desculpe. Olhe eu aqui falando. Sei que o senhor provavelmente está cansado de ser reconhecido… mas a culpa é toda sua. &#8211; Com ar brincalhão, ela indicou as roupas que ele usava. &#8211; O seu uniforme o entregou.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu uniforme? Langdon baixou os olhos para examinar as próprias roupas. Estava usando seu suéter grafite de gola rulê, um paletó de tweed Harris, uma calça cáqui e sapatos fechados de couro de cabra… seu traje padrão para aulas, palestras, sessões de fotos e eventos sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">A mulher riu.</p>
<p style="text-align: justify;">- Essas golas rulês que o senhor usa são muito fora de moda. O senhor ficaria bem melhor de gravata!</p>
<p style="text-align: justify;">De jeito nenhum, pensou Langdon. Pequenas forcas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando Langdon estudava na Academia Phillips Exeter, o uso da gravata era obrigatório seis dias por semana e, apesar da visão romântica do diretor, segundo a qual a origem da gravata remontava à fascalia de seda usada pelos oradores romanos para aquecer as cordas vocais, Langdon sabia que, do ponto de vista etimológico, gravata na verdade vinha de um bando de cruéis mercenários croatas que amarravam lenços em volta do pescoço antes de partir para a batalha. Até hoje, esse antigo traje de combate é usado por guerreiros corpo &#8211; rativos modernos, que esperam intimidar os inimigos nas batalhas diárias das salas de reunião.</p>
<p style="text-align: justify;">- Obrigado pelo conselho &#8211; disse Langdon com uma risadinha. &#8211; Daqui para a frente, vou pensar em usar gravata.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sorte, um homem de aspecto profissional vestindo um terno escuro desceu de um Lincoln estacionado junto ao terminal e chamou seu nome.</p>
<p style="text-align: justify;">- Sr. Langdon? Sou Charles, da Beltway Limusines. &#8211; Ele abriu a porta traseira. &#8211; Boa noite. Bem-vindo a Washington.</p>
<p style="text-align: justify;">Langdon deu uma gorjeta a Pam para lhe agradecer pela hospitalidade e, em seguida, entrou no interior luxuoso do carro. O motorista lhe mostrou os controles da calefação, a água mineral e o cesto de muffins quentinhos. Segundos depois, o Lincoln já seguia por uma rua de acesso exclusivo. Então é assim que vive a outra metade.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto disparava pela Windsock Drive, o motorista consultou a lista de passageiros e deu um telefonema rápido.</p>
<p style="text-align: justify;">- Aqui é da Beltway Limusines &#8211; disse ele, com eficiência profissional. &#8211; Recebi instruções para confirmar quando meu passageiro tivesse aterrissado. &#8211; Ele fez uma pausa. &#8211; Sim, senhor. Seu convidado, Sr. Langdon, já chegou e eu o estou levando para o prédio do Capitólio. Devemos chegar lá antes das sete. De nada, senhor. &#8211; E desligou.</p>
<p style="text-align: justify;">Langdon teve de sorrir. Ele pensou em todos os detalhes. A atenção que Peter Solomon dedicava às minúcias era uma de suas maiores qualidades, algo que lhe permitia administrar com aparente facilidade seu considerável poder. Alguns bilhões de dólares no banco também não fazem mal.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor se acomodou no confortável assento de couro e fechou os olhos à medida que o ruído do aeroporto ia ficando para trás. A viagem até o Capitólio demoraria meia hora, e ele ficou satisfeito por ter esse tempo sozinho para organizar os próprios pensamentos. Tudo havia acontecido tão depressa naquele dia que só agora Langdon tinha começado a pensar a sério na incrível noite que tinha pela frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegando sob um véu de mistério, pensou ele, divertindo-se com a ideia. A pouco mais de 15 quilômetros do Capitólio, uma figura solitária se preparava ansiosamente para a chegada de Robert Langdon.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oficinacultural.com.br/destaques/simbolo-perdido-de-dan-brown/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

